Mais um aumento na conta de energia da população Mato-grossense.
O reajuste na tarifa de energia para a região Centro Oeste será a maior do país
As contas de energia vão aumentar em todo estado de Mato Grosso. Esse anúncio foi feito pelo Serviço para Estimativa de Tarifas de Energia (SETE), após uma projeção realizada pela TR Soluções, empresa de tecnologia aplicada ao setor elétrico. A estimativa em todo Brasil é que o aumento médio seja de 14,5%, na região Centro Oeste o reajuste deverá ser de 21,2%, o maior dentre todas as regiões.
Repudiamos qualquer ação que venha a prejudicar diretamente o povo. E, convenhamos, tudo que esses barões estão fazendo é colocar o povo em situações vergonhosas como essa, onde tem que tirar dinheiro de onde já não tem e se virar ainda mais para pagar esse reajuste absurdo e sem justificativa nenhuma. Não irei aceitar mais esse desmando desse governo ridículo e sem vergonha.
É mais uma prova que esse desgoverno Bolsonaro e companhia coloca tudo nas costas e na conta do trabalhador brasileiro. Nada mais surpreende na falta de gestão desse senhor. Um 2021 que começou desesperador para muitos brasileiros, que já se viram nos 30 com um salário mínimo, e agora terão que tirar mais um “dinheirinho” da tão apertada renda para pagar mais esse aumento abusivo.
Estender o auxílio emergencial para a população eles não querem, mas enfiar reajuste atrás de reajuste, a resposta é sempre sim para tudo, tá ok?! O Auxílio Emergencial e o aumento da pobreza estão diretamente relacionados. O fim do Auxílio já levou 2 milhões de brasileiros para a pobreza apenas no mês de janeiro. Ao todo, 13% da população do país, ou 26 milhões de pessoas, estão sobrevivendo com uma renda per capita de apenas R$ 250 por mês.
Esse impacto foi calculado pelo coordenador da Cátedra Ruth Cardoso no Insper, Naercio Menezes Filho. Segundo o pesquisador, a quantidade de pobres hoje no Brasil já é maior do que a observada antes do início da pandemia de Coronavírus. Em 2019, 12% da população era pobre, ou seja, cerca de 24 milhões de pessoas.
Durante o pagamento do benefício, a taxa de pobreza chegou a recuar para 8% da população, e a da extrema pobreza, que são aqueles com renda per capita abaixo de R$ 150 ao mês, caiu de 3% para 1%. Foram os menores patamares já registrados pelo Brasil desde a década de 1970, quando as pesquisas começaram a ser realizadas. Porém, sabendo isso o que o governo faz? Eles vão lá e cortam o benefício para milhões de brasileiros que dependiam desse dinheiro. É a certeza que aqueles que estão no topo só se importam com seus bolsos e contas, e não ligam para nada além do próprio umbigo.
Pedro Velasco
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