Barranco diz que Bolsonaro não tem condições de presidir o Brasil

Em suas redes mostrou que até as redes sociais estão removendo postagens do Bolso

Barranco diz que Bolsonaro não tem condições de presidir o Brasil

Assessoria

Nesta terça-feira (31), o deputado estadual petista, Valdir Barranco, usou suas redes sociais para tecer críticas ácidas contra Jair Bolsonaro (sem partido), por meio de seu Instagram. Revelando que o presidente da República não 'teria nenhuma qualificação para presidir o país'.

No último domingo, contrariando todas as recomendações do Ministério da Saúde e da própria Organização Mundial de saúde, Bolsonaro provocou aglomerações durante o passeio, no Distrito Federal, por conta das pessoas que queriam vê-lo e tirar selfies com ele.

Aliás, uma ação que vai totalmente na contramão à orientação do seu próprio ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, que tem, com insistência, pedido para que as pessoas fiquem em casa.

Em seu pronunciamento no último dia 23 de março, Bolsonaro já sinalizava o 'seu destempero', ao realizar pronunciamento em rede nacional, onde em um pouco mais de cinco minutos, criticou a imprensa, apontou discursos de 'terra arrasada' feitas por alguns gestores brasileiros e repreendeu alguns governadores e prefeitos.
Em seu pronunciamento no último dia 23 de março, Bolsonaro já sinalizava o 'seu destempero', ao realizar pronunciamento em rede nacional, onde em um pouco mais de cinco minutos, criticou a imprensa, apontou discursos de 'terra arrasada' feitas por alguns gestores brasileiros e repreendeu alguns governadores e prefeitos. Ressaltando a disseminação do pânico e a necessidade de se conter um processo de 'histeria', classificando o coronavírus como “resfriadinho”. E ainda pedindo o fim do confinamento em massa, volta ao trabalho e reabertura das escolas.

Indignado com as ações presidenciais, o parlamentar petista, como forma de reforçar a falta de equilíbrio presidencial, em um momento de pandemia pelo Covid-19, apontou matéria que circulou em inúmeros sites brasileiros nesta última segunda-feira (30), em que o Twitter apagou dois posts do presidente da República. Ação acompanhada no dia seguinte pelo Facebook, que retirou das plataformas de Bolsonaro, publicação que traz um vídeo do passeio que ele fez no domingo.

O Facebook - por meio de nota - informou que a empresa teria tomado a decisão por entender que a postagem criava "desinformação" que poderia "causar danos reais às pessoas".

O vídeo também foi apagado no Instagram, rede social pertencente ao Facebook.

Já no Twitter, as publicações apagadas de Bolsonaro, ocorreram no domingo. As duas foram deletadas, de acordo com a empresa, também por conta das regras de uso terem sido quebradas, sobretudo, por conta da narrativa colocar colocar as pessoas em maior risco de transmitir o coronavírus, ao estimularem que voltem ao trabalho.

Foi a primeira vez que a rede social deletou postagens de um presidente brasileiro. A empresa também apagou uma publicação do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, na qual ele indicava uma bebida que poderia ser útil para curar a Covid-19.

Marisa Batalha - O Bom da Notícia

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