Barranco defende militantes presos e pede punição para policiais em acampamento antidemocrático

Deputado cobra atitudes e ações firmes para punir os militares que agiram de maneira ilegal e abusiva

Barranco defende militantes presos e pede punição para policiais em acampamento antidemocrático

Marcos Melo

Nesta quarta-feira (14), durante entrevista realizada à imprensa, na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (Almt), o deputado estadual Valdir Barranco (PT) saiu em defesa dos estudantes Denílson D’ Arc, secretário estadual de juventude do Partido dos Trabalhadores, e Clarinda Castro que foram detidos na última segunda-feira (12), após gravarem dois policiais se alimentando no acampamento de manifestantes em frente a 13ª Brigada de Infantaria Motorizada, em Cuiabá.

Buscando esclarecimentos, o parlamentar, que é presidente estadual do PT, entrou com duas representações pedindo punições aos policiais e esclarecimentos do caso. Um ofício foi destinado ao Corregedor Geral da Polícia Militar de Mato Grosso e outro para o Procurador Geral de Justiça do Estado.

“Eu espero que tanto o Governo do Estado, quanto os órgãos policiais, apure o caso e puna os militares envolvidos. Nós sabemos muito bem o real motivo deles terem sido conduzidos para a delegacia. Os militares agiram de maneira ilegal, arbitrária, abusiva e preconceituosa, pelo simples fato de os dois estarem se opondo a manifestação antidemocrática e terem flagrado os policiais, alimentando-se e compactuando do movimento”, disse Barranco.

O deputado falou, ainda, que os militares não movem fazem nada para coibir esses atos, mas que para deter dois jovens inocentes movem mundos e fundos. “Não podemos ter gente praticando crimes no estado todo como aconteceu, com as rodovias sendo ocupadas, caminhões e praça de pedágio sendo incendiados e a polícia não prendeu ninguém. Depois eles veem aqui se alimentar, fazer festa com os criminosos e prendem dois meninos que não fizeram absolutamente nada”, disse.

“Mato Grosso só tomou essas proporções porque o governo estadual deixou, contribuiu e colaborou. O governo do Estado tomou lado, e o lado que ele tomou foi contra a Constituição Federal e democracia, e a favor do crime organizado”, finalizou Barranco.

Pedro Velasco

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