Barranco cobra ação de governo estadual em caso da Gleba Taboca, de São Félix do Araguaia
Deputado solicita que o governador faça a intermediação de uma ação discriminatória contra comunidade que vivem 122 famílias
Buscando resolver os problemas das 122 famílias da Gleba Taboca, do município de São Félix do Araguaia, o deputado estadual Valdir Barranco (PT) apresentou um requerimento cobrando que o governador Mauro Mendes (União) faça a intermediação de uma ação discriminatória sobre as terras da comunidade rural. As famílias estão na área há mais de 30 anos, mas estão na iminência de serem desocupadas de maneira forçada.
O parlamentar explicou que os milhares de moradores estão lá há mais de 3 décadas produzindo e vendendo seus alimentos. “A Gleba Taboca já está consolidada há muito tempo. Eles lutaram muito para conquistarem o seu direito a terra e, agora, estão na iminência de terem que deixar suas ela, devido ao único e exclusivo fato de ausência de medidas por parte do Estado de Mato Grosso”, explicou.
Barranco também disse que “parte da área ocupada pelas famílias são devolutas, ou seja, são terras públicas, conforme informação prestada pelo Instituto de Terras de Mato Grosso (INTERMAT) e pertencem ao Estado, conforme nota técnica do mesmo órgão”.
Todo esse processo de desocupação das famílias se deu em 2021, quando a empresa Agropecuária Entre Rios, do Rio Grande do Sul, entrou com uma ação de reintegração e manutenção de posse contra os agricultores e agricultoras da Gleba Taboca. Ação que tramita na Vara Especializada em Direito Agrário de Cuiabá, onde, após relatório realizado pelo Conselho Estadual de Direitos Humanos de MT – CEDH/MT, a liminar que havia despejado as famílias, foi revertida parcialmente.
O deputado, junto ao requerimento nº 508/2023, também expôs que o Incra (Instituto de Colonização e Reforma Agrária) assina embaixo com o Intermat e o Conselho Estadual de Direitos Humanos -CEDH/MT. “Após o registro em cartório do georreferenciamento da área da empresa gaúcha, que ocorreu em 2021, aumentou, de maneira inexplicável, 6 mil hectares, saindo de 22 mil para 28 mil. Chamando a atenção para o fato de que a quantidade de área aumentada na matrícula do imóvel, corresponder à quase a mesma quantidade de área que as famílias ocupam por mais de 30 anos”, finalizou.
Pedro Velasco
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Leomar Amorim
Não minta em dizer que tem 100 família lá, que só tem acampados pra pegar terra pra vender e muito mais. Tenho vergonha de dizer que votei em um mentiroso igual vc deputado, tem que trabalhar certo não com mentiras. Lá tem ums invasores que acham dono da terra alheia, vc tem que fazer valer a lei não mentira porque recebeu pedido de alguém do PT, eu votei no PT mais com isso já não voto nunca mais. Por favor ver se não saia mentindo por aí que tem moradores a trinta anos
Odilia Moraes